Palavras de Edificação 04


(Revista bimestral editada entre 1980 e 1997)


ÍNDICE


Uma Coisa

O Glorioso Criador

Sobre o Livro dos Atos (cont.)

Sobre o Batismo

A Instituição do Matrimônio (cont.)

Amor Verdadeiro

Está Você de Acordo com Estas Afirmações e Estes Versículos da Bíblia?

Por Que Há Tantas Igrejas?

Cristo no Meio

Os Três Inimigos




UMA COISA


"Uma coisa pedi ao Senhor, e a buscarei: que possa morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a formosura do Senhor, e aprender no Seu templo" (Sl 27:4).


"Mas uma só [coisa] é necessária; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada" (Lc 10:42).


"Mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus" (Fp 3:13-14).


Há aqui três fases de progresso espiritual a considerar:

  1. A busca de comunhão espiritual com o Senhor;

  2. O desejo de escutar e de meditar na Palavra do Senhor;

  3. A obediência à chamada celestial.

Voltar ao Índice


PONTO DE REFLEXÃO:

Não há outra forma de se desfrutar de uma experiência Cristã real e eficaz, senão trazendo Deus para todos os detalhes da vida diária.



O GLORIOSO CRIADOR


Deus Todo-Poderoso é Quem controla o universo! Quando certos cientistas ignoram Deus, é claro que não podem estar seguindo raciocínios sãos e lógicos. Um sistema de tal forma vasto, tão complexo, tão perfeitamente coordenado como é o nosso universo só pode ter sido concebido por um Arquiteto supremo, e não só isso mas também um Criador infinitamente poderoso, que mantém sob Seu poder toda esta Criação, fazendo-a funcionar perfeitamente.


Todos conhecemos as leis da gravidade e da inércia. Mas há uma infinidade de outras, perfeitas e necessárias. Todos os estudantes de astronomia conhecem as três leis do movimento planetário de Kepler. Há outras leis de movimento, assim como de calor, de som; e todas são PERFEITAS, nunca mudam e nunca falham.


Um sábio disse: "As estrelas… nas suas órbitas e na sua velocidade de movimento, no espaço, obedecem fielmente a um grande código de Leis". Os cientistas podem citar todas essas leis do universo. Podem calcular as datas exatas da chegada ao nosso sistema solar dos cometas, e de quando tornarão a voltar, sem falhar, porque as leis do universo são infalíveis.


O célebre Professor Einstein afirmou em "O mundo como o vejo": "O sentimento do cientista religioso assume a forma de uma admiração extasiada, diante da harmonia da lei natural, que revela uma inteligência de tal maneira superior, que em comparação com ela todo o pensamento e atuação sistemáticos dos seres humanos revelam-se completamente insignificantes".


Um simples olhar para o céu de noite é um espetáculo encantador; e esta glória, inerente aos céus, foi sumamente posta em destaque pela astronomia moderna. Por exemplo: vistas ao telescópio, as cores das estrelas distinguem-se mais vivamente. E de fato muitas estrelas brilham com uma cintilação bem maior do que a do diamante mais puro. As diferenças de cores das estrelas devem-se às diferenças de temperatura. Quanto mais quentes mais brancas; as menos quentes são alaranjadas ou vermelhas. E por meio do telescópio vêem-se estrelas verdes, amarelas, castanhas, rosadas e de outras cores. É um espetáculo inspirador!


Vejamos algumas das maravilhas dos céus: “Em certa constelação vê-se um esplêndido agrupamento de estrelas, como um enxame de abelhas resplandecentes; e próximo dela distingue-se uma nebulosa de um formoso azul claro. A estrela Beta Orion é como um sol prodigioso, pois tem uma luminosidade 13.000 vezes maior que a do nosso Sol… A estrela principal Canes Venatici, observada ao telescópio, mostra que na realidade consiste em dois sóis grandes, um amarelo a outro de um belo lilás."


Um escritor, descrevendo a nossa "Via Láctea" entusiasma-se e diz: "O nosso conhecimento das variadas estrelas, tanto das gigantes como das mais pequenas, de Sírio (a estrela mais brilhante dos céus) e de todas as outras de diferentes tamanhos, e o nosso conhecimento dos maravilhosos movimentos, variações e relações sistemáticas das estrelas fazem engrandecer e tornar mais profundo o mistério e a glória dos céus… Mas quando consideramos as tentativas intelectuais do homem para explicar a sua origem, ficamos convencidos da imperfeição e do artificial destes últimos."


Outro sábio disse: "É mais fácil acreditar que o maravilhoso poema de Milton "O Paraíso Perdido" foi composto, na sua ordem maravilhosa de sílabas métricas, por um macaco, ou que todas as sílabas foram juntas ao acaso, pela ação de um redemoinho, do que acreditar que o universo visível à nossa volta, baseado como é em leis matemáticas, unido por milhões de correspondências entre si, e cheio de indicações e de propósitos bem definidos, foi o produto de uma força ao acaso, sem inteligência"!


Não é admirável poder virar as costas às vãs filosofias, e pensamentos do homem, e descansar sobre este fato fundamental de que o Deus Eterno e Todo-Poderoso criou este vasto universo tal como ele é: uma amostra fantástica da Sua infinita sabedoria, e do Seu Poder sem limites? A imensidão do universo não é evidentemente um argumento contra a Criação. Demonstra antes a grandeza do Criador!


"Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das Suas mãos" (Sl 19:1).


"Quando vejo os Teus céus, obra dos Teus dedos, a Lua e as estrelas que preparaste, que é o homem mortal para que Te lembres dele? E o filho do homem para que o visites?" (Sl 8:3-4).


"Tu só és Senhor, Tu fizeste o céu, o céu dos céus, e todo o seu exército; a Terra e tudo quanto nela há; os mares e tudo quanto neles há; e Tu os guardas em vida a todos; e o exército dos céus Te adora" (Ne 9:6).


"Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque Tu criaste todas as coisas, e por Tua vontade são e foram criadas" (Ap 4:11).

Voltar ao Índice


PERGUNTA:

– Nasceu Jesus em 25 de Dezembro?

As Escrituras nada dizem quanto ao dia de nascimento de Jesus. No dia 25 de Dezembro era comemorada uma festa pagã em Roma. O imperador Constantino adotou definitivamente o Cristianismo como religião oficial, abolindo as festas pagãs. Mas depois, para contentar a multidão, transformou esse 25 de Dezembro numa festa "Cristã", afirmando-se que foi nesse dia que Jesus nasceu. Mas isso é pura fantasia.


Aliás, as Escrituras assinalam o dia apropriado para se adorar o Senhor Jesus; não é o dia do Seu nascimento, mas antes, da Sua ressurreição – “no primeiro dia da semana” – dia esse em que os crentes se ajuntam para "partir o pão" (At 20:7); e, "anunciar a morte do Senhor" (1 Co 11:26) e comem a ceia do Senhor. “Fazei isto em memória de Mim" (Lc 22:19). "Todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha" (1 Co 11:26).


Como crentes no Senhor Jesus e filhos de Deus, a nossa sabedoria não consiste mais do que em "não ir além do que está escrito" (1 Co 4:6) (“não permitindo seus pensamentos irem além do que está escrito” – JND).

Voltar ao Índice


SOBRE O LIVRO DOS ATOS

Capítulos 24:1725:12

(continuação do número anterior)


Capítulo 24

"Ora, muitos anos depois, vim trazer à minha nação esmolas e ofertas. Nisto me acharam já santificado no templo, não em ajuntamentos, nem com alvoroços, uns certos judeus da Ásia. Os quais convinha que estivessem presentes perante ti, e me acusassem, se alguma coisa contra mim tivessem. Ou digam estes mesmos, se acharam em mim alguma iniquidade, quando compareci perante o conselho, a não ser estas palavras, que, estando entre eles, clamei: Hoje sou julgado por vós acerca da ressurreição dos mortos" (vs.17-21).


Diante do governador romano Félix, Paulo que já tinha afirmado a sua esperança em Deus de “haver ressurreição dos mortos, tanto dos justos como dos injustos” (At 24:15); e, que procurava "sempre ter uma consciência sem ofensa, tanto para com Deus, como para com os homens", terminou a sua defesa com o parágrafo que acabamos de ler.


"Então Félix, havendo ouvido estas coisas, lhes pôs dilação, dizendo: Havendo-me informado melhor deste caminho, quando o tribuno Lísias tiver descido então tomarei inteiro conhecimento dos vossos negócios. E mandou ao centurião que o guardassem na prisão, tratando-o com brandura, e que a ninguém dos seus proibisse servi-lo ou vir ter com ele" (vs.22-23).


Félix, como político sábio que era, pôs fim a audiência, pois, não ignorava o testemunho dos Cristãos, ou seja "o caminho", que é o próprio Senhor Jesus Cristo (Jo 14:6), e sabia também, conforme a carta que lhe escrevera o tribuno Lísias, que Paulo não era culpado. E afinal, quando é que esse tribuno Lísias desceu? Nunca, pois que Félix nunca o tinha chamado! Paulo apesar de estar preso tinha certa liberdade, pois podia ter contato com seus familiares. Assim que, o Senhor mudou o coração do governador para ter misericórdia de Paulo. "Como ribeiros de águas, assim é o coração do rei na mão do Senhor; a tudo quanto quer o inclina" (Pv 21:1).


"E alguns dias depois, vindo Félix com sua mulher Drusila, que era judia, mandou chamar Paulo, e ouviu-o acerca da fé em Cristo. E, tratando ele da justiça, e da temperança, e do juízo vindouro, Félix, espavorido, respondeu: Por agora vai-te, e em tendo oportunidade te chamarei. Esperando ao mesmo tempo que Paulo lhe desse dinheiro, para que o soltasse; pelo que também muitas vezes o mandava chamar, e falava com ele" (vs.24-26).


O Senhor Jesus, profetizando a vinda do Espírito Santo, disse: "E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo" (Jo 16:8). Assim Paulo, dirigido pelo Espírito Santo, tocou a consciência de Félix. Um prisioneiro de Roma, mas servo do Senhor, dirigia-se desta maneira ao governador! E que pena! Parece que nem Félix nem sua mulher se arrependeram; pelo contrário até foi a cobiça do dinheiro que dominou o seu espírito.


"Mas, passados dois anos, Félix teve por sucessor a Pórcio Festo; e, querendo Félix comprazer aos judeus, deixou a Paulo preso" (v.27).


Capítulo 25

"Entrando pois Festo na província, subiu dali a três dias de Cesaréia à Jerusalém. E o sumo sacerdote e os principais dos judeus compareceram perante ele contra Paulo, e lhe rogaram, pedindo como favor contra ele que o fizesse vir a Jerusalém, armando ciladas para o matarem no caminho" (vs.1-3).


Sem o "arrependimento perante Deus e a fé em nosso Senhor Jesus Cristo" o homem religioso é uma fera. Os corações dos judeus estavam repletos de assassínio e engano.


"Mas Festo respondeu que Paulo estava guardado em Cesaréia, e que ele brevemente partiria para lá. Os que pois, disse, dentre vós têm poder, desçam comigo e, se neste varão houver algum crime, acusem-no. E, não se demorando entre eles mais de dez dias, desceu a Cesaréia; e no dia seguinte assentando-se no tribunal, mandou que trouxessem Paulo. E, chegando ele, o rodearam os judeus que haviam descido de Jerusalém, trazendo contra Paulo muitas e graves acusações, que não podiam provar" (vs.4-7).


Os judeus, além de abrigarem no seu coração assassínio, tinham lábios mentirosos.


"Mas ele, em sua defesa, disse: Eu não pequei em coisa alguma contra a lei dos judeus, nem contra o templo, nem contra César. Todavia Festo, querendo comprazer aos judeus, respondendo a Paulo, disse: Queres tu subir a Jerusalém, e ser lá perante mim julgado acerca destas coisas? Mas Paulo disse: Estou perante o tribunal de César, onde convém que seja julgado; não fiz agravo algum aos judeus, como tu muito bem sabes. Se fiz algum agravo, ou cometi alguma coisa digna de morte, não recuso morrer; mas, se nada há das coisas de que estes me acusam, ninguém me pode entregar a eles; apelo para César. Então Festo, tendo falado com o conselho, respondeu: Apelaste para César? Para César irás" (vs.8-12).


Pórcio Festo era do mesmo caráter de Félix, um político sem consciência, mais pronto a sacrificar o inocente do que a prejudicar as suas relações com os judeus, seus súditos. Paulo lhe disse francamente que, ele próprio sabia muito bem que nada tinha feito de mal. Finalmente, e conforme o seu direito de cidadão romano por nascimento, apelou para o próprio imperador, César; e Festo aceitou.


Que grande contraste entre o servo humilde do Senhor Jesus, e os homens de alta categoria deste mundo, que "está no maligno" (1 Jo 5:19).

(continuará, querendo Deus).

Voltar ao Índice


SOBRE O BATISMO


PERGUNTA:

– O batismo é um passo decisivo na vida de um Cristão? E, o crente está salvo se for batizado?


RESPOSTA:

O batismo na vida do Cristão é um passo decisivo, mas não tem nada a ver com a salvação da alma.


A salvação da alma depende única e exclusivamente do valor do precioso sangue de Cristo: "Cristo Jesus, ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no Seu sangue, para demonstrar a Sua justiça… para que Ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus" (Rm 3:24-26).


"Mas Deus prova o Seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo muito mais agora, sendo justificados pelo Seu sangue, seremos por Ele salvos da ira" (Rm 5:8-9). "Em quem temos a redenção pelo Seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da Sua graça" (Ef 1:7). "… reino do Filho do Seu amor, em quem temos a redenção pelo Seu sangue, a saber, a remissão dos pecados" (Cl 1:13-14). "… fostes resgatados… com o precioso sangue de Cristo" (1 Pd 1:18-19). "O sangue de Jesus Cristo, Seu Filho, nos purifica de todo o pecado" (1 Jo 1:7). "Àquele que nos ama, e em Seu sangue nos lavou dos nossos pecados, e nos fez reis e sacerdotes para Deus e Seu Pai; a Ele glória e poder para todo o sempre. Amém" (Ap 1:5-6).


Quanto ao batismo com água, leiamos algumas passagens: "Saiba pois com certeza toda a casa de Israel que a esse Jesus, a Quem vós crucificaste, Deus O fez Senhor e Cristo. E ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, varões irmãos? E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo; porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe; a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar. E com muitas outras palavras isto testificava, e os exortava, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa. De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a Sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas" (At 2:36-41).


Foi um passo decisivo. O batismo com água dos judeus culpados da morte do seu Messias, Jesus Cristo, foi a única porta de saída da nação incrédula e homicida: "Salvai-vos", não dos vossos pecados perante Deus, mas "desta geração perversa". A nação foi castigada pelos romanos (no ano 70 d.C.). Esse aspecto do batismo com água não se aplica aos gentios. Não teríamos razão se disséssemos aos gentios: "Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo". Essas palavras de Pedro já se cumpriram e tinham a ver com a nação de Israel.


Leiamos agora a respeito do batismo dos gentios: "A este [Jesus] dão testemunho todos os profetas, de que todos os que n'Ele crêem receberão o perdão dos pecados pelo Seu nome. E, dizendo Pedro ainda estas palavras, caiu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra. …Respondeu então Pedro: Pode alguém porventura recusar a água, para que não sejam batizados estes, que também receberam como nós o Espírito Santo? E mandou que fossem batizados em nome do Senhor" (At 10:43-48).


Os judeus tiveram que se afastar da sua nação culpada antes de receber o Espírito Santo. Mas os gentios, que não conheciam Deus, creram e logo receberam o Espírito Santo, sendo, então, batizados. Há aqui também algo de especial. Pedro falou e "mandou que fossem batizados".


Em ambos os casos, com judeus e com gentios convertidos, o batismo com água é o sinal de uma mudança de posição aqui na Terra da parte do crente e não uma porta de entrada para o céu. É a entrada na Esfera Cristã, uma mudança de posição na Terra.


Romanos 6:3-4 dá-nos o ensino Cristão, em relação a essa mudança de posição: "Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na Sua morte? De sorte que fomos sepultados com Ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo ressuscitou dos mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida". E, assim o batismo com água não só assinala uma mudança de posição na Terra, mas também uma mudança de atitude: "andemos em novidade de vida". Mas a vida não vem do batismo com água; a vida vem do "Autor da vida", de Cristo.


Outros que deram o passo decisivo foram os samaritanos (At 8:12), o etíope (At 8:35-39), Lídia (At 16:15), o carcereiro de Filipos (At 16:31-33), e muitos mais. Terminamos com uma passagem que frequentemente é mal compreendida: "quando a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual poucas (isto é, oito) almas se salvaram pela água: que também, como uma verdadeira figura, agora vos salva, batismo, não do despojamento da imundície da carne, mas da indagação de uma boa consciência para com Deus, pela ressurreição de Jesus Cristo" (1 Pe 3:20-21).


A família de Noé, protegida na arca, mudou de posição no mundo (não entrou no céu). Por meio do batismo com água, mudamos de posição na Terra; entramos numa posição nova, mas não nos lavamos das imundícies da carne com água, claro está, mas apenas "com o sangue precioso de Cristo" (1 Pd 1:18-19). E finalmente, a base sobre a qual repousa a boa consciência, é a ressurreição de Jesus Cristo (e não o batismo com água).

Voltar ao Índice


A INSTITUIÇÃO DO MATRIMÔNIO

(continuação do número anterior)