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A Instituição do Matrimônio - Parte 3


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ÍNDICE


 

Novas Responsabilidades Capítulo 12


Em qualquer relacionamento que nos encontremos, há certas responsabilidades que recaem sobre nós, e estas só podem ser cumpridas adequadamente quando entendemos sua natureza. Há um Livro, e somente um, que coloca tudo em seu devido lugar, o qual nos oferece o perfeito direcionamento para nossa conduta.


Antes desses jovens se casarem, estavam ocupados com o relacionamento entre pais e filhos. Esta é uma posição abençoada, especialmente para um filho Cristão de pais Cristãos. Não lhe faltaram palavras de sabedoria, lembrando como agir diante de seus pais, porque Deus assim disse: “Filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa” (Ef 6:1-2). “Filhos, obedecei em tudo a vossos pais, porque isto é agradável a Deus” (Cl 3:20).


Não é meramente que tenham que obedecer a seus pais, mas devem fazer isso “em tudo” (Cl 3:20), “no Senhor” (Ef 6:1-2). Esta não é a maneira que a carne escolheria, mas é o caminho de bênção. A decisão dos pais pode não agradar ao filho; no entanto, obediência é para ser prestada em sujeição “no Senhor” (Ef 6:1-2). Como é mais fácil fazer algo que naturalmente não gostamos, quando o fazemos “no Senhor” (Ef 6:1-2). Deus constituiu certas autoridades na Terra, e a autoridade dos pais é uma delas. Se os filhos desobedecem a seus pais, também estão desobedecendo a Deus. Mesmo que os pais cometam erros, isso não dispensa a criança da obediência.


Talvez o casal recém-casado tenha alcançado uma posição antes do casamento, onde eles não estavam mais sob o teto dos pais. Eles haviam passado do estágio da obediência da infância, mas lhes é dito: “Honra a teu pai e a tua mãe” (Ef 6:1-2). Isso, acreditamos, é sempre obrigatório. Honrar pai e mãe traz certas bênçãos; foi o primeiro mandamento dado a Israel que tinha uma promessa conectada a ele.


É provável, que antes do casamento, eles foram empregados em alguma função. Quando eles tomaram seu primeiro cargo, e começaram a trabalhar, pela primeira vez, ocuparam uma posição de servir ao empregador. Nisso, também, precisavam de orientação divina, para que pudessem glorificar a Deus nessa posição. O empregado Cristão nunca deve basear sua conduta com a do seu empregador, nem na conduta dos não convertidos que trabalham com ele. Infidelidade e desrespeito generalizado aos direitos e bens do empregador, são testemunhados em todos os lugares. Mas Deus diz que é para o empregado obedecer a seu senhor em todas as coisas, “não servindo somente à vista como para agradar a homens, mas em sinceridade de coração, temendo ao Senhor. Tudo o que fizerdes, fazei-o de coração como ao Senhor, e não aos homens” (Cl 3:22-23 – TB).


Tudo deve ser feito como para o Senhor, e ao assim fazer, os empregados Cristãos serão o “ornamento da doutrina de Deus, nosso Salvador” (Tt 2:10). O fato de que essas instruções incluam o caso de escravos, não invalida nem um pouco sua força para aqueles que são empregados remunerados, nestes dias de ilegalidade e desrespeito às autoridades.


Quando o Espírito de Deus ensina aos maridos e esposas suas respectivas responsabilidades em Efésios 5, Ele traz diante deles, primeiramente, um grande exemplo – Cristo e a Igreja. Podemos, assim, aprender do Exemplo maior o que o menor deveria ser. Nunca entenderemos adequadamente o maior estudando o menor.


“Cristo amou a Igreja e a Si mesmo Se entregou por ela” (Ef 5:25). Pode alguma coisa se comparar a medida desse amor? “Se entregou por ela”! Que profundidade está expressa aqui! Pode o amor entregar mais? E entregar a Si mesmo, O levou pelo caminho de todas as agonias do Getsêmani, o abandono dos Seus, a negação de Pedro, a traição de Judas, os agressores, as cusparadas, os escarnecedores, e finalmente a cruz cruel onde, naquelas três horas de trevas, Ele foi feito pecado por nós, e então, foi abandonado pelo Santo Deus. Bem, podemos exclamar: “O amor de Cristo, que excede todo entendimento” (Ef 3:19), enquanto ao mesmo tempo buscamos aprender mais dele.


Este, então, é o grande padrão estabelecido para os maridos – “Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a Igreja, e a Si mesmo Se entregou por ela” (Ef 5:25). Que homem Cristão ocupando esse relacionamento não sentiria sua deficiência aqui? Entretanto, isso é o que o Espírito de Deus estabeleceu diante de nós. E, desses versículos aprendemos que Cristo não somente amou a Igreja no passado (Ef 5:25), mas no presente (Ef 5:26), e no futuro (Ef 5:27).


“Assim devem os maridos amar a sua própria mulher como a seu próprio corpo. Quem ama a sua mulher ama-se a si mesmo” (Ef 5:28). Tendo já estabelecido o perfeito Exemplo diante de nós, o Espírito de Deus agora diz que os homens devem amar suas mulheres “como a seu próprio corpo”, pois o homem e sua mulher agora são um, assim como Cristo e a Igreja são um.


O grande apóstolo aprendeu a lição dessa unidade, e a aprendeu bem, quando foi atingido por essa grande luz do céu na estrada para Damasco. Ele estava perseguindo os santos, a Igreja; agora O glorificado no céu o fez saber que ele estava perseguindo sua gloriosa Cabeça – “Por que Me persegues?” (At 9:4).


Qual o homem pode dizer, eu amo minha mulher como a mim mesmo? Não estamos mais preparados a pensar sobre nosso corpo, suas dores e sofrimento, do que pensar em nossa mulher? “Pois nunca ninguém aborreceu a sua própria carne” (Ef 5:29). Quão cuidadosos somos para tratar um dedo infeccionado! Dessa forma, Deus nos ensina algo sobre a medida do amor de Cristo por nós, e nos mostra o que devemos representar neste mundo. O marido deve ser uma demonstração em miniatura de Cristo, amando sua mulher como a si mesmo, assim como Cristo amou a Igreja.


Oh! A imensa infelicidade e a tortura mental em muitos lares que são o resultado direto da falha do marido em mostrar amor apropriado a sua mulher! Tudo isso pode ser prevenido em lares Cristãos se os maridos compreendessem a verdade de como devem representar a Cristo e agissem de acordo com isso.


Há mais um ponto mencionado nesses versículos; a saber, o marido deve alimentar e cuidar de sua mulher, “como também o Senhor à Igreja” (Ef 5:29). Como Cristo é ocupado agora com alimentar e cuidar da Igreja, assim os maridos devem cuidar de suas mulheres. Eles têm a responsabilidade de prover alimentação, e não somente no sentido de comida para o corpo, mas alimento espiritual. Isso requer diligência da parte do marido, pois como ele pode dar a outro daquilo que ele mesmo não possui?


Se o marido deve representar Cristo, a mulher deve representar a Igreja; e que característica é exigida dela? “Como a Igreja [assembleia – JND] está sujeita a Cristo” (Ef 5:24), assim, as mulheres devem estar submissas ao seu marido “em tudo”. Ninguém negaria que a Igreja tenha sido sujeitada a Cristo; Ele é sua Cabeça; mas para a mulher estar sujeita ao seu marido em tudo é contrário a todo o curso deste mundo.


Este é um dia quando a ordem de Deus é desprezada em toda esfera do comportamento humano. Os filhos não são obedientes aos seus pais, nem tal conduta é aconselhada ou ensinada no mundo. O ensino da “autoexpressão” para os filhos é ordem do homem, ou melhor, a desordem do homem. Empregados não estão sujeitos a seus empregadores. Rebelião contra as autoridades é um princípio maligno inerente, e quando é permitido que aja, somente resulta em confusão e, por fim, anarquia.


Portanto, para mulheres Cristãs casadas a Palavra de Deus é simples; “As mulheres sejam em tudo sujeitas a seu marido” (Ef 5:24). Não é uma questão de inferioridade, mas simplesmente de posição relativa de acordo com a sabedoria de Deus. O ser sujeita nem sempre é fácil e agradável; às vezes pode ser amargo e duro; mas a mulher que teme a Deus irá obedecer, e fará isso como sendo ao Senhor. A bênção do Senhor nunca será obtida contrariando a Sua Palavra.


Há, no entanto, uma maneira muito feliz pelo qual a maioria das questões pode ser resolvida. Se o marido e a mulher desejarem fazer a vontade do Senhor, e ambos sinceramente buscarem essa vontade, eles serão de uma só mente de uma maneira feliz. O marido não deve impor sua autoridade como algo a ser imposto por sua posição, mas ele deve mostrar toda sua amorosa consideração à sua esposa. Se a mulher vir nele um espírito de sujeição a Palavra de Deus e o verdadeiro desejo de fazer tudo o que Ele diz, será muito mais fácil para ela ser sujeita, até mesmo quando seu julgamento é muito divergente do dele. Mas em qualquer caso, o lugar dela diante de Deus é de sujeição.


Um jovem marido certa vez procurou um servo do Senhor e pediu a ele que falasse com sua mulher, e lhe dissesse que a Palavra de Deus diz que ela deveria estar em sujeição ao marido. O fiel e sábio servo calmamente respondeu; “A Palavra de Deus não lhe diz isso”. O que foi dito a ele foi que ele deveria amar sua esposa como Cristo amou a Igreja e como ele mesmo amava a si mesmo. Talvez não houvesse necessidade de falar com o servo idoso do Senhor se o marido estivesse mostrando por seu comportamento o amor, o cuidado e o zelo que eram sua responsabilidade.


Quando desordem e confusão reinam num lar Cristão, geralmente é por falta do marido. Talvez ele não esteja mostrando o amor que deveria, ou provendo alimento espiritual para sua família, ou talvez ele não esteja exercitando seu lugar divinamente concedido como cabeça. Não é um privilégio que ele tenha como cabeça; é um fato, e não se deve fugir da responsabilidade que vem com isso. Pode ser fácil, especialmente se sua mulher é bastante capaz, relaxar e deixar tudo com ela. Muitas mulheres saíram do lugar que lhes foi atribuído, simplesmente porque os maridos acabaram abdicando do deles.


É realmente, uma responsabilidade solene que pertence a cada marido, e se ele falhar em fazer a sua parte deveríamos nos surpreender se a estrutura do lar se tornar instável? Quando ocorre um colapso, Deus procura o responsável pelo ocorrido.


Quanta tristeza Eva teria evitado para si, se tivesse encaminhado a serpente para seu marido, dizendo: “Ele é o meu cabeça; fale com ele”. Adão também, não está isento de culpa; ele tomou a fruta dela e comeu em desobediência. Um antigo escritor disse: “Adão não foi enganado, mas foi influenciado”. E como pode ser sutil a influência! Ainda assim o marido é responsável. Deus tomou conhecimento do perigo da influência nessa tênue linha de marido e mulher, quando Ele disse: “Se teu irmão, filho de tua mãe, ou teu filho, ou tua filha, ou a mulher do teu amor… que amas com à tua alma te incitar em segredo, dizendo: Vamos e sirvamos a outros deuses… não concordarás… não olharás com piedade” (Dt 13:6-8 – ARA). Aqui estava um caso onde o marido poderia ser influenciado para a idolatria pela mulher do seu amor. Salomão foi incitado exatamente dessa maneira, e este grande e bom homem caiu na idolatria. A mulher pode ter uma grande influência tanto para o bem como para o mal, “mas a mulher que teme ao SENHOR, essa será louvada” (Pv 31:30). Que nossa influência uns para com os outros possa ser para o bem; que possamos admoestar “uns aos outros” diariamente (Hb 10:25).


Com frequência, os primeiros anos da vida de casado são vividos sem muita reflexão sobre a posição relativa de marido e mulher, ou seus respectivos lugares e responsabilidades. As pessoas são inclinadas a passar por esses anos sem buscar pela Palavra de Deus em como devem conduzir sua vida, e no tempo decorrido, as pequenas coisas más criam raízes no lar, que darão frutos amargos nos anos posteriores. Todo jovem casal deve saber essas coisas desde o início e buscar a graça de Deus para colocá-las em prática. A sabedoria natural, o amor humano, ou o espírito gracioso, não nos conduzirá corretamente em nosso caminho. O amor sem o direcionamento divino pode nos desviar; graciosidade humana pode nos fazer concordar com aquilo que sabemos ser errado; e a sabedoria humana nunca foi proteção para um santo de Deus. Salomão foi o homem mais sábio que já viveu, e ele agiu como um tolo; e por quê? Simplesmente porque ele não fez o que Deus lhe disse para fazer.


Primeiramente, quando um rei subia ao trono em Israel, ele tinha que escrever em um livro toda a lei dada por Moisés, para conduzir o povo de Deus, não meramente os dez mandamentos. Essa devia ser a primeira ordem das atividades para o novo rei. Ele não deveria apenas lê-las, mas escrevê-las. Isso fazia com que ela fosse marcada sobre ele mais profundamente. Então, ele deveria lê-la “todos os dias da sua vida” (Dt 17:19). Isso seria para sua segurança e sua sabedoria, para que lendo essas palavras de Deus ele aprenderia “a temer ao SENHOR, seu Deus, para guardar todas as palavras desta lei e estes estatutos, para fazê-los” (Dt 17:19).


Se Salomão tivesse lido e temido ao SENHOR, ele teria sido preservado de três coisas que fez, pois ao rei era dito: “não multiplicará para si cavalos”, nem “para si multiplicará mulheres”, e “nem prata nem ouro multiplicará muito para si” (Dt 17:16-19).


Também, podemos notar algumas palavras de advertência para maridos e mulheres que se encontram em 1 Pedro 3. O Espírito de Deus escrevendo por meio de Pedro, antecipa as dificuldades e provações do caminho do deserto, e dá palavras saudáveis de advertência e direcionamento. Deus não quer que Seus filhos sejam infelizes, e se caminhássemos sempre de acordo com Sua Palavra, não seríamos.


Nesta passagem é falado de morarem juntos como marido e mulher. Isso é lindo em seu devido lugar, mas quem não sabe que quando duas pessoas vivem juntas, tão próximas e de forma contínua como um casal, eles descobrem as deficiências e as falhas umas das outras? Depois de um tempo isso pode produzir pequenas irritações e então, produzir infelicidade conjugal.


Aqui, como em Efésios 5, a esposa deve reconhecer o lugar de liderança que é dado a seu marido por Deus, e agir de acordo. Ela deve usar um ornamento – um que sempre estará agradando a Deus, e que nunca sairá de moda. As modas do mundo mudam constantemente, mas o “vestido incorruptível de um espírito manso e tranquilo” (1 Pe 3:4 – TB) é sempre de bom gosto; e “é de grande valor diante de Deus” (1 Pe 3:4 – ARA). Esse belo ornamento é mais bem visto e observado nos limites do lar, no círculo familiar. Há um perigo especial das mulheres seguirem a moda do mundo, assim o Espírito de Deus traz diante delas o ornamento que elas devem realmente buscar usar o tempo todo, em contraste com outros adornos.


O marido é aqui admoestado a coabitar com sua mulher “com entendimento” (1 Pe 3:7). Esse não é o entendimento que nos enche de orgulho, mas aquele que nos mantém pequenos aos nossos próprios olhos. Quão importante para nós é nos lembrarmos de nossas próprias fraquezas e da grande graça que nos foi demonstrada, assim como nossas deficiências em mostrar adequadamente Cristo em nosso relacionamento com nossa mulher. O marido deve se lembrar de que a mulher é o vaso mais frágil, e sua mulher deve buscar abrigo ao seu lado. Isso é o que Cristo faz para a Igreja. A admoestação deve fazer o marido buscar ajuda e força de Deus; mas qual marido não sabe interiormente que ele não é uma torre forte em si mesmo.


Um pensamento solene é também inserido aqui, o casamento é apenas por um tempo. Eles são “coerdeiros da graça de vida” (1 Pe 3:7). Ambos estão a caminho para outro cenário onde Cristo, sua vida, será mostrado, e mesmo agora já possuem juntos da graça que flui de Cristo. Pensamentos como esses elevam o coração de ambos para longe deste mundo – para Cristo e Sua glória vindoura.


Ao dar atenção para essas coisas suas orações não serão impedidas. Como podem dois orar juntos quando estão em desacordo e infelizes entre eles? E como podem esperar respostas à suas orações se eles não andam em obediência a Deus? Quem pode medir a bênção de marido e mulher orando juntos; esse é um dos privilégios abençoados da “vida comum do lar” (v. 7 – ARA).

 

Um Novo Lar Capítulo 13


“Por isso, deixará o homem a seu pai e a sua mãe e unir-se-á a sua mulher. E serão os dois uma só carne e, assim, já não serão dois, mas uma só carne” (Mc 10:7-8).


A Palavra de Deus não contempla que o jovem casal recém-casado se estabeleça na casa de seus pais. O marido deve deixar “seu pai e a sua mãe” e se unir a sua mulher. Em Rebeca vemos como a mulher deixou “seu pai e a sua mãe” para se unir a seu marido. É somente ao estabelecerem um novo lar (mesmo que humilde) que a ordem de Deus pode ser instituída. O jovem marido não poderia ser a cabeça da casa de seu pai, nem na casa de seu sogro; nem a jovem noiva cumprir suas novas responsabilidades na casa de outros.


Falamos no capítulo anterior da necessidade de pesar nossas responsabilidades em cada posição nova que assumimos. Isso, também, é importante para os pais e as mães do noivo e da noiva. Esta pode ser uma experiência inteiramente nova para eles, e uma que requer reflexão séria diante de Deus, sobre como deve ser cumprida. Requer graça para ser um bom sogro, ou uma boa sogra.


A coisa mais importante para os pais e os sogros descobrirem nas Escrituras é que o jovem casal inicia agora um lar inteiramente novo, e deve ser livre para exercer sua própria fé diante de Deus na organização de sua própria casa. Eles podem buscar aconselhamento dos mais velhos e talvez das cabeças mais sábias de seus pais, mas devem aprender que tem que agir sob sua própria responsabilidade. Nunca é um sinal encorajador ver uma pessoa jovem assumir ar independente ou autoconfiante, mas muitos casamentos têm sido estragados pelas interferências bem-intencionadas, mas antibíblicas e insensatas, nos assuntos dos filhos recém-casados por pais excessivamente solícitos. Os jovens não deveriam casar até que eles estejam preparados para embarcar num caminho unido por conta própria. E a menos que ambos, a noiva e o noivo estejam dispostos a deixar a casa dos pais e iniciar uma vida em circunstâncias inteiramente novas um com o outro, eles não devem dar esse passo. Aqueles que pretendem se casar devem entender essas coisas e estar preparado para dizer com decisão, como Rebeca disse, "Irei” (Gn 24:58).


Uma das mais tristes declarações vinda dos lábios da noiva, quando a primeira dificuldade ou desentendimento aparece é: “Vou voltar para a minha mãe”. Ela deveria ter ponderado cuidadosamente as questões diante de Deus, e tido a certeza de ter Sua aprovação antes de dar esse passo, que o mero pensamento de retornar nunca passaria em sua mente. O mesmo pode ser dito sobre o jovem marido. Que eles se lembrem de que, “Já não serão dois, mas uma só carne” (Mc 10:8). Eles estão tão indissoluvelmente ligados na vida, que somente a quebra aberta do casamento ou a partida de um deles deste mundo poderá mudar isso.

 

Um Início Correto Capítulo 14


Os primeiros dias em uma nova escola, ou um novo local de trabalho, ou qualquer nova vizinhança, são muito importantes. O modo como começamos pode fazer uma grande diferença em como caminhamos adiante, e também em como terminamos, no entanto é importante que os jovens recém-casados comecem da forma correta em seu novo lar e associações. As primeiras palavras na Bíblia podem ser tomadas como o lema adequado para nós ao começarmos de novo em qualquer coisa:


“no princípio... Deus” (Gn 1:1)


Se a Palavra de Deus é para ser nosso alimento e bebida espiritual, nossa luz, nosso guia, e nosso instrutor, devemos demorar em fazer dela o fundamento de ordem no lar? Não é somente um livro para se ter na biblioteca, nem mesmo um livro para recorrer nos momentos de estresse e angústia, mas é o Livro para ler todos os dias de nossa vida. Quem navegaria em um navio cujo capitão falhou em consultar seus mapas e sua bússola? Esse navio provavelmente acabará nos rochedos, e assim o lar Cristão sem a constante e diária referência da Palavra de Deus por luz e direcionamento, por final trará confusão.


O melhor momento para o jovem marido e mulher trazerem a Palavra de Deus e estabelecerem a prática da leitura de manhã e a noite, ou mais frequentemente, é o primeiro dia. É um erro, e um sério erro, adiar esse passo tão necessário. Devemos lê-la até que nossos próprios pensamentos sejam formados pela Escritura.


Moisés disse para os filhos de Israel, “Vedes aqui vos tenho ensinado estatutos e juízosGuardai-os, pois, e fazei-os, porque esta será a vossa sabedoria e o vosso entendimento perante os olhos dos povosPorque, que gente há tão grande, que tenha deuses tão chegados como o SENHOR, nosso Deus?E que gente há tão grande, que tenha estatutos e juízos tão justos?” (Dt 4:5-8).


Sua peculiar distinção residia no fato de terem a Palavra de Deus para guiá-los. Nenhum outro povo na Terra teve tal vantagem, e era sua sabedoria em manter e fazer de acordo com a Suas Palavras. Nem há alguém na Terra atualmente, exceto os filhos de Deus, que têm a vantagem distinta de ter o Livro do Pai em suas mãos. Eles têm a fonte de luz e sabedoria que é desconhecida para o mundo. O mundo tem suas máximas e seus ditados de sabedoria, mas é somente sabedoria humana, e na maioria das vezes, é oposta a essa sabedoria divina à qual o filho de Deus tem acesso. O melhor conselho do mundo é “o conselho dos ímpios”, mas “Bem-aventurado o homem que não anda” neste conselho (Sl 1:1).


O hábito é uma grande coisa para os seres humanos; todos nós somos criaturas com certos hábitos – nosso horário de refeição, nossa maneira de vestir, e milhares de outras coisas testemunham isso. É bom cuidar para que estabeleçamos bons hábitos. Um deles seria definir a regularidade com que lemos as Escrituras. Isso deveria se tornar tanto uma parte da nossa rotina diária quanto comer para nutrir nosso corpo. Muito poucos de nós nos encontramos tão ocupados a ponto de negligenciar a alimentação.


Mas há mais do que simplesmente hábito na leitura da Palavra de Deus. Jeremias disse: “Achando-se as Tuas palavras, logo as comi, e a Tua palavra foi para mim o gozo e alegria do meu coração” (Jr 15:16 – ARA); Davi disse: “O temor do SENHOR é limpo e permanece eternamente; os juízos do SENHOR são verdadeiros e justos juntamente. Mais desejáveis são do que o ouro, sim, do que muito ouro fino; e mais doces do que o mel e o licor dos favos. Também por eles é admoestado o Teu servo; e em os guardar há grande recompensa” (Sl 19:9-11). A menos que nosso paladar tenha sido pervertido ao nos alimentar com as coisas do mundo, devemos achar a Palavra de Deus doce para nosso paladar; será também a alegria e o regozijo do nosso coração, e a valorizaremos acima “do que muito ouro fino”. Verdadeiramente, temos um tesouro inestimável nas Santas Escrituras.


Quando o jovem casal se sentar em sua própria mesa, em seu próprio lar pela primeira vez, esse é o momento para o marido ocupar seu lugar e agradecer a Deus pela comida que Ele proveu. Não deixe que a timidez impeça de fazer isso ao compartilhar sua primeira refeição em sua própria mesa.


A mesma coisa é verdade com relação à oração juntos, pelo menos de manhã e à noite. O que pode ser um começo melhor do que o jovem marido e mulher dobrarem os joelhos juntos e elevar seu coração a Deus em agradecimento pela Sua bondade em uni-los, pelo seu próprio lar, e pelas misericórdias que são deles naquele dia? Não se esquecendo de louvá-Lo pelo Dom de todos os dons, Seu amado Filho. “Graças a Deus, pois, pelo seu Dom inefável!” (2 Co 9:15). O que poderia ser mais propício para unir o coração de ambos do que dobrar seus joelhos juntos numa expressão comum de dependência de seu Deus e Pai, enquanto agradecessem a Ele por Quem todas as bênçãos fluem, e buscando Sua orientação e direção para cada passo do caminho? É seu privilégio, em conjunto, contar a Ele todas suas alegrias e tristezas.


Devemos enfatizar a importância do estabelecimento imediato do que é comumente chamado de altar familiar. Nada mais pode ou estará certo até que a pedra angular da ordem da família esteja em seu lugar. Aprendemos uma lição na vida de Abraão, ele tinha sua tenda e seu altar. Num triste lapso de fé prática com o “pai dos fiéis”, Abraão desceu ao Egito para escapar da fome em Canaã. Em vez de permanecer na terra prometida por Deus, e buscar aprender a lição que Deus tinha para ele, Abraão abandonou aquela terra e deixou seu altar para trás. Ele se meteu em problemas no Egito, e trouxe consigo as sementes de problemas que durariam anos. Se os Cristãos negligenciarem seu altar familiar, logo encontrarão os brotos das sementes plantadas durante o tempo de sua negligência.


A questão se a esposa deve orar audivelmente com seu marido, ou se ele sozinho deve falar como porta-voz do casal, é com frequência feita. Esta questão preferimos deixar para cada um refletir individualmente. Não vemos nada de errado na esposa expor seu coração a Deus seu Pai na presença de seu marido, mas eles devem ter o mesmo pensamento a respeito disso, e aqui o desejo do marido é o fator determinante (veja Efésios 5:24). Se houver outras pessoas presentes, seria impróprio. Não devemos esquecer que ela deve cobrir a cabeça durante a oração, quer ore em voz alta ou não, pois ela está em atitude de oração (1 Co 11:3-16).


Mais um ponto deve ser feito para jovens Cristãos em relação ao estabelecimento de seu próprio lar. Isso frequentemente os leva para dentro de um novo bairro, entre novos vizinhos que provavelmente não saberão que são verdadeiros Cristãos. É aconselhável que façam com que os vizinhos saibam que são Cristãos, o mais rápido possível – não de maneira arrogante, não com confiança própria, mas como temendo a Deus. Em qualquer nova empresa, na vizinhança, na loja, na escola, no escritório, ou qualquer que seja o lugar, o quanto antes as cores do Cristão são mostradas, melhor, pois isso irá preservá-los de muitas tentações que poderão encontrar mais tarde. As pessoas estão prontas para deixar os Cristãos em paz; elas não apreciam a sua companhia; mas a convivência com o mundo seria para ruína dele, então quanto mais cedo for manifestada, melhor.


Algumas vezes ouvimos Cristãos darem uma desculpa por não estar presente a reunião do evangelho ou a reunião de oração, que alguns vizinhos apareceram em sua casa e eles não conseguiram sair. Se esses vizinhos soubessem do hábito de irem às reuniões com maior regularidade nessas noites, não viriam; e se viessem, que melhor maneira de estabelecer quem vocês são, dizendo: “Sempre vamos à reunião de evangelho nesse momento, e gostaríamos muito que fossem conosco”. Talvez a oportunidade tenha sido aberta pelo Senhor para pregar-lhes o Evangelho.


Há, também, uma questão importante do lar Cristão nutrir a marca da fé daqueles que ali vivem, assim aqueles que os visitam, possam ver que o Cristianismo deles é algo que é vivido e respirado. Lembramo-nos lendo a respeito de um Cristão idoso que foi convidado para visitar a nova casa espaçosa que seu filho construiu. O filho era um Cristão que prosperou no mundo. Depois de o pai ter visitado toda a casa, virou-se para o filho e disse: “Filho, ninguém nunca saberia se um Cristão ou um incrédulo vive aqui”. Não havia marcas reveladoras de um Cristão sincero em evidência, pois o jovem havia empobrecido em sua alma e estava perdendo aquelas marcas distintivas do Cristianismo.


“Que viram em tua casa?” (2 Rs 20:15), é uma pergunta que pode muito bem testar nosso coração. Será que as marcas do mundo estão nela? Ou as marcas de ocupação com o Cristo rejeitado, porém glorificado? Estão aqueles Livros benditos que devemos ler continuamente, em evidência? Ou estão as Bíblias cuidadosamente escondidas? Ou estão cobertas de poeira, mostrando a falta de uso? Estão os textos da Escritura pelas paredes? Afinal de contas, devemos estar desejosos que nossa luz seja vista, e não ser tímido em mostrar nossas cores. Neste mundo, há apenas duas classes: aqueles a favor, e aqueles contra Cristo. Possamos não ter vergonha d'Aquele que nos ama, mas estejamos prontos para confessar que somos d'Ele. Possa nossa linguagem ser da mesma qualidade daqueles que disseram: “Nós somos teus, ó Davi! E contigo estamos, ó filho de Jessé!” (1 Cr 12:18). É um sinal dos últimos dias quando somente o Senhor conhece os que são Seus; todos deveriam conhecê-los (2 Tm 2:19).


Realmente é um espetáculo muito triste quando a literatura mundana toma o lugar que a Bíblia e um saudável ministério escrito deveriam ter no lar. Jovens Cristãos iniciando um novo lar devem considerar de suma importância filtrar o que entra nele – garantindo que haja fartura de alimento espiritual, e que o mundo seja mantido do lado de fora. O inimigo tem seus agentes que oferecem assinaturas de revistas e literaturas de todos os tipos. Cuidado para que essas coisas não entrem e se tornem um laço para você, e roubem o seu bendito Senhor do lugar que pertence a Ele. Proteja seu lar contra as invasões do mundo, e nunca dê lugar àquela obra-prima de engano, a televisão. Tranque suas portas firmemente contra esse instrumento pelo qual o deus e príncipe deste mundo invadiria seu lar com todas as visões de "Sodoma" e "Egito".


Gostaríamos de alertar nossos leitores contra muitos lemas religiosos de paredes que estão à venda, pois enganos, equívocos e erros são encontrados neles. Um lema muito comum é: “Cristo é a cabeça desta casa”. Isso tem aparência de verdade, e o desejo de honrar ao Senhor, mas não é correto. O marido é a cabeça da casa, e ele não deve esquecer sua responsabilidade como tal. Se o Senhor entrasse em sua casa, Ele seria seu convidado. Que possamos manter todas as coisas em tal ordem de modo que não nos envergonharíamos de tê-Lo como nosso convidado. O que Ele veria em nosso lar? Entretanto, não nos esqueçamos de que “todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos d’Aquele com Quem temos de tratar” (Hb 4:13).


Falamos da importância de um início adequado em uma nova comunidade, e da regularidade em comparecer às várias reuniões para adoração, edificação, oração e pregação do evangelho. Podemos acrescentar uma palavra sobre a escolha de um local para o novo lar. Isso deve ser feito levando em consideração tanto à proximidade e acessibilidade ao local de trabalho, quanto ao local das reuniões. Se este último for negligenciado, o casal Cristão pode ter dificuldade em comparecer às reuniões noturnas, e essas são essenciais. Escolher um local distante das reuniões facilita para a carne ceder ao cansaço, e abandonar as reuniões (Hb 10:25). Alguns queridos Cristãos se afastaram para longe como resultado de uma mudança sem sabedoria; isso tem sido um triste ponto de virada em algumas histórias. Portanto, instigamos: Considere suas necessidades espirituais ao selecionar um local para morar, e busque conselhos com o Senhor.

 

Betânia Capítulo 15


Quando aquele Solitário Estrangeiro vindo do céu ia fazendo o bem, havia poucos corações que batiam em sintonia com o d'Ele. Ele “era desprezado e o mais rejeitado entre os homens” (Is 53:3 – ARA). Lemos que Ele ia sozinho ao Monte das Oliveiras, que Ele passava a noite toda em oração, e que Ele disse que o Filho do Homem não tinha onde reclinar Sua cabeça; mas havia um lugar na Terra onde o Senhor poderia encontrar boas-vindas e alguma medida de compreensão; era a casa de Marta, Maria e Lázaro. Que lugar abençoado era aquele! Um pequeno oásis em um vasto deserto de orgulho, arrogância e profissão religiosa.


Quando nosso bendito Salvador fez aquela última jornada para Jerusalém, e foi aclamado como Filho de Davi vindo em nome do Senhor, Ele foi imediatamente rejeitado. Ele não permaneceu dentro dos muros de Jerusalém durante a noite, mas retirou-Se para Seu abrigo na casa de Seus amigos.


A cidade onde essas almas devotas viviam teve sua importância aos Seus olhos por elas residirem lá. Em João 11:1 lemos: “Estava, então, enfermo um certo Lázaro, de Betânia, aldeia de Maria e de sua irmã Marta”. Pense nisso – “Betânia, aldeia de Maria e de sua irmã Marta”. A única coisa que a distinguia era que elas moravam lá. O nome da cidade significava “casa das tâmaras”, mas não eram suas tâmaras que atraiam o Senhor para lá, nem, tampouco, eram as quatro paredes da casa em que o irmão e as duas irmãs viviam, mas o coração aberto deles que O receberam com boas-vindas onde, de outra maneira, Ele não teria nenhuma.


Foi este trio abençoado que ofereceu a Ele um banquete (João 12) – onde cada um cumpriu a sua parte. Marta servia, Lázaro assentado à mesa com Ele e Maria derramou o seu unguento em Seus benditos pés. Nestes três, vemos representados o serviço, comunhão, e adoração – cada abençoada coisa em seu lugar. Certamente, foi um banquete no caminho – o caminho para o Calvário, e todas Suas aflições. Não foi um ato impulsivo de Maria que nasceu naquele instante, pois o Senhor disse: “Deixa-a; para o dia da Minha preparação para a sepultura o guardou” (Jo 12:7 – AIBB). Foi premeditado, reservado para o momento adequado, e quando esse momento chegou ela estava tão em sintonia com Seus pensamentos que percebeu quando o vaso de alabastro deveria ser quebrado, e o unguento derramado. O Senhor não apenas obteve o benefício de seu generoso valor com Ele, mas “encheu-se a casa do cheiro do unguento” (Jo 12:3). A atmosfera do lugar foi permeada com a fragância de sua devoção. E não é o louvor e a adoração a Ele por uma alma agora algo que é sentido, e em certa medida compartilhado por outros?


Que nosso coração deseje que nosso lar seja uma pequena Betânia. É verdade, o Senhor não está andando neste mundo agora como Ele estava ali, mas Seu querido povo está aqui, e Ele disse: “Quem recebe aquele que Eu enviar, a Mim Me recebe; e quem Me recebe a Mim, recebe Aquele que Me enviou” (Jo 13:20 – TB). E novamente, Ele diz que ao fazer qualquer coisa por um dos Seus, é feito para Ele.


É bom quando jovens casais pesam essas coisas no início, e então, buscam por Sua graça para ter esse tipo de lar, onde o Próprio Senhor encontrará boas-vindas. Temos a tendência de estabelecer uma atitude egoísta para desfrutar de nosso lar para nós mesmos, mas “Este Mundo é um Vasto Deserto” (Hino 139 do hinário Little Flock), e muitos do povo amado do Senhor necessitam de um pequeno ânimo e encorajamento pelo caminho. Que eles encontrem isso em nosso lar, e que façamos isso como para o Senhor; então um dia O ouviremos dizer: “a Mim o fizestes” (Mt 25:40).


Muitas vezes é dito nas Escrituras sobre mostrar hospitalidade: “exercitai a hospitalidade” (Rm 12:13 – TB). “Hospitaleiro” (1 Tm 3:2). “dado à hospitalidade” (Tt 1:8). “Exercitando hospitalidade uns com os outros” (1 Pe 4:9 – TB). Também há outros versículos que trazem essa ideia diante de nós sem usar a palavra "hospitalidade".


Hospitalidade para com os santos, não consiste em fazer um grande banquete, mas em fazer que sejam bem-vindos para aquilo que você tem. Um jantar suntuoso pode ser muito formal, com pouco calor e afeto nele. É a aplicação prática do amor para com os santos que é tão desejável. Isso tende a fortalecer o senso dos laços que nos unem. Também, nos dá a oportunidade de uma conversa proveitosa sobre o Senhor e Suas coisas, para que possamos fortalecer uns aos outros.


Nós seremos os perdedores gastando a nós mesmos, ou nossos recursos para os amados santos de Deus. O “certo Samaritano” (Lc 10:33 – ARA) pagou ao “hospedeiro” (Lc 10:35), para cuidar do homem que ele resgatou, e acrescentou que “tudo o que de mais gastares eu to pagarei, quando voltar” (Lc 10:35). Que os queridos jovens que estão iniciando seu lar desejem que ele seja formado conforme o padrão daquele lugar onde o Senhor foi sempre bem-vindo – o lar em Betânia.


“Em meio a cenas de confusão e queixas humanas,

Quão doce para a alma é a comunhão com os santos;

Descobrir no banquete da misericórdia que há lugar,

Sentir na comunhão um vislumbre do lar”.


“Doces laços que unem todos os filhos da paz!

E três vezes bendito Salvador, cujo amor jamais desfaz!

Embora frequentemente em provações e perigos vagamos,

Contigo estamos unidos, e rumo ao lar apressamos”.


Paul Wilson

 

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