Cristo, o Centro - Por Que Nos Reunimos Somente ao Seu Nome?

Atualizado: Mar 9


Esta é uma pergunta feita com frequência àqueles que se reúnem ao nome do Senhor Jesus. Muitos têm expressado o desejo de que fosse escrito um tratado claro sobre tão importante assunto e, por conseguinte, apresento afetuosamente as considerações abaixo a todos os amados filhos de Deus. A primeira razão de nos reunirmos somente ao Seu nome é:


O VALOR DE CRISTO

Foi Deus Quem O exaltou e Lhe deu “um nome que é sobre todo o nome, para que ao nome de JESUS se dobre todo o joelho... e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai” (Fl 2:9-11). Assim, nosso bendito Deus e Pai Se deleitou em honrar Aquele que é “a cabeça do corpo da igreja: é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência” (Cl 1:18). Neste nome, tão precioso para todo crente, se reuniam todos os Cristãos nos dias dos apóstolos. E quando foram abertas as cortinas do futuro, o que viu João, o servo de Jesus Cristo? Ao ver a Jesus Cristo disse: “E o Seu rosto era como o sol, quando na sua força resplandece. E eu, quando O vi, caí a Seus pés como morto; e Ele pôs sobre mim a Sua destra, dizendo-me: Não temas; Eu Sou o primeiro e o último” (Ap 1:16-17). Uma porta se abriu no céu! Que visão! A visão da glória futura do Cordeiro em meio aos milhões e milhões de redimidos - “um Cordeiro, como havendo sido morto” (Ap 5:6).


“E cantavam um novo cântico” (Ap 5:9). Que privilégio estar ali e ouvir esse volume de indescritível gozo unindo-se a esse cântico! Nenhum dos que foram redimidos para Deus se recusará a cantar: “Digno és”. Hostes angelicais exclamarão em alta voz: “Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças” (Ap 5:12). Sim, será possível ouvir toda a criação redimida dizendo: “Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre” (Ap 5:13-14). Assim será adorado o nosso adorável Senhor e assim será reconhecido no céu e por toda a criação. É este o conceito que Deus tem do Cristo ressuscitado, que uma vez morreu por nossos pecados - “o Justo pelos injustos, para levar-nos a Deus” (1 Pd 3:18). E assim será feita a vontade de Deus no céu.


Se alguma alma preocupada e ansiosa estiver lendo estas linhas, deve notar bem que esta é a glória redentora de Cristo. E quem são esses milhões de milhões de adoradores, redimidos por Seu sangue? Malfeitores moribundos, Maria Madalenas, pecadores da cidade. E será que Jesus é digno de trazer a esses tais para a glória? Sim! O mais Santo, Santo, Santo Deus diz que Ele é digno! E toda a criação exclama: “Amém” Oh! Você, querido leitor, dá crédito a Deus agora? Este Cristo ressuscitado é tão digno que Deus diz: “sejai-vos pois notório... que por Este se vos anuncia a remissão dos pecados. E de tudo o que, pela lei de Moisés, não pudestes ser justificados, por Ele é justificado todo aquele que crê” (At 13:38-39). Portanto, a salvação é inteiramente por Cristo. Bem aventurados aqueles que podem dizer: “TEMOS a redenção pelo Seu sangue, a remissão dos pecados” (Ef 1:7 Versão Almeida Atualizada).


Não presumo poder expor, por meio da pena ou da palavra, a gloriosa preeminência de Cristo. Aponto para as Escrituras que tão claramente mostram a dignidade de Cristo. Mas muitos que lerem este livreto perguntarão: “Qual é o Cristão verdadeiro que duvida, por um instante que seja, de quão digno é Cristo, ou da grandeza de Seu exaltado nome? Com certeza há uma corda no coração de todo o Cristão que vibra em resposta ao nome de Jesus. Porém a pergunta é: “Quanta, ou quão grande, é essa dignidade? Pode haver cem Cristãos em um pequeno povoado ou mil em uma cidade - quero dizer, aqueles que realmente têm a redenção pelo sangue de Cristo, cujos pecados são perdoados. Ora, se Jesus é digno do louvor e da adoração unida de toda a criação, se todos os milhões de redimidos no céu se reunirão ao redor de Sua adorável Pessoa, então, não é Ele digno da adoração unida de cem em uma vila e de mil em uma cidade, sobre a Terra? Certamente no céu todo nome e divisão deixará de existir. E por que não também na Terra?


Portanto, é um grande erro supor que nos separamos de todo nome e divisão porque cremos que somos melhores do que os queridos filhos de Deus que estão nessas divisões. Longe de nós pensar assim. Não! É porque JESUS É DIGNO! Sim, digno do sacrifício de se deixar todo nome ou divisão e se reunir ao Seu nome bendito - à Sua Pessoa bendita somente. Sim, meus caros crentes, Ele é digno de que vocês não reconheçam outro nome a não ser o d'Ele. Que será que pensam os anjos, sabendo e deleitando-se, como fazem, no nome exaltado de JESUS, quando veem nossas atitudes sobre a Terra? As divisões neste mundo devem apresentar um obscuro contraste quando comparadas à unidade existente no céu. Em muitos lugares pode-se ver todo o povo redimido de Deus levando vários nomes, e nem ainda dois ou três reunidos unicamente ao nome de Jesus. Mesmo assim, JESUS É DIGNO de que todo crente de uma localidade se congregue somente ao Seu nome.


Sendo assim, se a vontade de Deus se faz tão evidente no céu, ao estarem todos congregados à Pessoa do Cordeiro, como posso orar: “...seja feita a tua vontade, assim na Terra como no céu” (Mt 6:10), a menos que esteja pronto a deixar todo nome e divisão sobre a Terra, como se faz no céu? Não seria mais honesto admitir: “Tenho estado na divisão tal e todos os meus amigos estão ali; dispensa-me, portanto, de fazer a Tua vontade sobre a Terra, como se está fazendo no céu”? Será que é custoso demais reconhecer o senhorio de Cristo para a glória de Deus Pai, e não reconhecer a nenhum outro além de Cristo? Deus dá o mais elevado valor ao nome de JESUS. O homem diz que não importa que nome se leve...! Não é a natureza humana a mesma em todos os lugares? Não há a mesma tendência idólatra onde se reconhece qualquer nome como a cabeça de uma divisão? Ao se exaltar esse nome, o nome de Jesus não é reconhecido, até que, por fim, torna-se de pouca importância o ser Cristão, porém uma grande coisa pertencer à denominação tal. Certamente isto é “madeira, feno, palha” (1 Co 3:12) que não vai perdurar no dia vindouro. Nos dias dos apóstolos, “JESUS” era o nome exaltado sobre qualquer outro nome. Exaltar qualquer outro nome, ainda que fosse um Paulo, ou um Cefas, era denunciado pelo Espírito de Deus como carnalidade e cisma. O simples fato de se tolerar outro nome, ou nomes, era virtualmente rebaixar o glorioso Cristo ao nível de um mero homem (1 Co 1:12; 3:4-5). (N.T.: Veja também Mt 17:4-6.) Não acontece o mesmo hoje? Jesus é digno da adoração unida dos milhões de redimidos que se reunirão no céu, portanto Ele é digno da adoração unida e do louvor de todos os Cristãos agora sobre a Terra. Não importa o que os outros façam, se reconhecem ou não somente a este Nome perante o mundo - se você, querido crente, deseja fazer a vontade de Deus, seu caminho é claro: deixe todo nome e divisão, e congregue-se somente ao nome do Senhor JESUS, o Senhor exaltado do céu.


A dúvida que pode surgir agora na mente de alguém é quanto ao tipo de presidência na igreja que está realmente de acordo com os pensamentos de Deus. Isto nos conduz à segunda razão:


A SOBERANIA DO ESPÍRITO DE DEUS

Esta é a segunda razão pela qual nos reunimos somente ao nome do Senhor Jesus. Antes de Jesus partir deste mundo, quando Se encontrava no meio dos Seus discípulos, Ele disse: “Eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre; o Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não O vê nem O conhece: mas vós O conheceis, porque habita convosco, e estará em vós” (Jo 14:16-17).


O Senhor Jesus prometeu solenemente que o Consolador, ou Amparador, nos ensinaria todas as coisas. Jesus disse: “Ele testificará de Mim” (Jo 15:.26). Observemos que Jesus não prometeu uma influência, mas a Pessoa divina e real do Espírito Santo; uma Pessoa tão real quanto Jesus. E tão real quanto foi o testemunho que Jesus deu do Pai, assim também o Espírito testifica de Jesus. E além disso, o Espírito Santo nos guiará a toda a verdade. “Ele Me glorificará” (Jo 16:14). Deus cumpriu esta promessa. Tendo sido Jesus glorificado nas alturas, Deus enviou o Espírito Santo (At 2:4-38). Então, a partir daquele momento, será em vão procurarmos, em todo o Novo Testamento, qualquer tipo de presidência na Igreja, exceto a direção soberana do Espírito Santo.


Vemos o Espírito Santo presente com a Igreja em Atos de uma forma tão real quanto foi a presença do bendito Jesus com os discípulos nos Evangelhos. O Pentecostes foi uma admirável manifestação da presença e do poder do Espírito Santo. “E tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com ousadia a Palavra de Deus” (At 4:31). Sim, foi tão real a presença do Espírito Santo que Pedro, no caso de Ananias, disse: “Porque encheu Satanás teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo?” (At 5:3). E quando o evangelho foi pregado aos gentios, o Espírito Santo desceu sobre eles da mesma forma (At 11:15). O mesmo sucedeu em Antioquia (At 13:52). E quão clara e definida foi a direção dada pelo Espírito Santo ao apóstolo Paulo e aos seus companheiros quando “foram impedidos pelo Espírito Santo de anunciar a palavra na Ásia” e “intentavam ir para Bitínia, mas o Espírito de Jesus não lho permitiu” (At 16:6-7). Veja ainda Atos 19:2. Se passarmos agora a 1 Coríntios 12, a presidência do Espírito na igreja se apresenta com a maior evidência: “Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo”. “Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil” (vs.4, 7). Esta passagem é geralmente aplicada ao mundo, em forte oposição ao versículo das Escrituras que diz: “O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece” (Jo 14:17). Mas acerca de qualquer variedade de dons que exista na igreja, “um só e o mesmo Espírito opera todas estas coisas, repartindo particularmente a cada um como (Ele) quer” (1 Co 12:11).


Responda-me agora, qual denominação reconhece desta forma o Espírito de Deus em nossos dias? Não há uma que o faça, pois a partir do momento em que qualquer assembleia de Cristãos reconhecer desta forma o Espírito de Deus, nesse momento deixa de ser uma divisão, ou denominação, pois o Espírito Santo não honrará a nenhum nome senão o nome do Senhor Jesus. Vamos então comparar uma assembleia que tem mil e novecentos anos com uma assembleia denominacional de nossos dias, e isto ficará evidente. Todos os Cristãos em uma localidade se reuniam juntos ao nome de Jesus; o Espírito lhes dava diversidade de dons, sendo alguns dotados para pregar, outros para ensinar, outros para exortar, e assim sucessivamente com todas as diversas manifestações do Espírito. E Ele, o Espírito, estava realmente no meio deles, repartindo particularmente a cada um como queria. Falavam dois ou três - se algo fosse revelado a outro que estivesse assentado, o primeiro se calava - e esta é a ordem de Deus, conforme lemos em 1 Coríntios 14:29-33: “E falem dois ou três profetas, e os outros julguem. Mas se a outro, que estiver assentado, for revelada alguma coisa, cale-se o primeiro. Porque todos podereis profetizar, uns depois dos outros; para que todos aprendam, e todos sejam consolados. E os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas. Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos santos”. Quando a direção soberana do Espírito de Deus era reconhecida, a ordem existente era claramente esta.


Agora entremos em alguma “igreja” pertencente a alguma denominação de nossos dias. Responda-me: Quando é que se aguarda, ou se permite, que o Espírito Santo reparta particularmente a cada um como Ele quer? Pode não ser intencional, mas a direção do Espírito Santo tem sido posta de lado. Um homem toma o Seu lugar, e seja esse homem guiado ou não pelo Espírito - esteja em feliz comunhão com o Senhor ou não - ele tem que preencher o tempo. O fato de não se reconhecer a presença Pessoal e a direção soberana de Deus, o Espírito Santo, é muito triste. Os diferentes dons não são exercitados e a obra de ministério acaba sendo um encargo de um só homem. Mas o pior de tudo é que o Espírito de Deus não é reconhecido na assembleia, para que a dirija em adoração, e uma ordem humana, ou melhor, toda a sorte de desordem humana, toma lugar. Poderá soar bem chamar a isto de liberdade de consciência; mas onde está a liberdade do Espírito de Deus, para usar aqueles que Ele quer, para a edificação da igreja de Deus? Será este um assunto de pouca importância? Porventura não foi o não reconhecer a direção e a presidência de Deus pelo Seu povo Israel, e o desejo de ter um homem como rei no lugar de Deus, um triste passo no caminho da queda desse povo? E qual é a história dos profetas, senão a de uns poucos homens (em meio de um povo que se esqueceu de Deus) que encontravam e sustentavam esta bendita realidade - a presença de Deus entre eles? Quão solene ensinamento temos no livro de Jeremias: ele se assentou solitário (Jr 15:17), porém foi chamado pelo nome do Senhor Deus dos Exércitos. Quão doces são as palavras do Senhor a ele: “Tornem-se eles para ti, mas não voltes tu para eles” (Jr 15:6-21).


Tal é, sem dúvida, o solene e bendito lugar, nestes dias, de todos aqueles que têm sido levados a reconhecer a presença real do Espírito Santo na assembleia. Na verdade estes têm constatado que as palavras do Senhor são mais doces que as do homem. Oh! que todos os queridos filhos de Deus, em todas as denominações, venham a conhecer a benção de uma sujeição de coração não fingida à soberana direção do Espírito Santo! Onde quer que isto exista, não em uma forma simplesmente aparente, mas real, o Espírito Santo testifica de Cristo de uma maneira tal que nenhuma sabedoria humana pode sequer imitar! Desde os hinos dados por um, as orações feitas por outros, e a leitura da Palavra, dirigida pelo Espírito Santo, manifestam de tal maneira a direção divina, e dão um tal sentimento da presença de Deus, que somente se pode desfrutar onde o Espírito de Deus é reconhecido desta forma. Portanto, não devo ir aonde não é reconhecido Aquele a Quem o Pai enviou para nos guiar, nos guardar, e habitar conosco até o fim, não importa quem seja que O substitua - Deus está sempre com a razão e o homem está equivocado. Não se trata de uma questão de opinião, mas sim uma questão de reconhecer, ou então usurpar o lugar do Espírito Santo como o Guia soberano e Aquele que preside na assembleia. Tenho encontrado a realidade de Sua própria presença, por isso devo estar separado de toda comunidade onde Ele não seja assim reconhecido. Apresento, a seguir, a terceira razão de nos reunirmos somente ao nome de Cristo:


A UNIDADE DA IGREJA

Ou, mais corretamente, a unidade do um só corpo. Não estou inteirado de que exista alguma passagem nas Escrituras que mencione a expressão “uma só igreja”, mas há “um só corpo” (Ef 4:4). A palavra traduzida por “igreja” significa simplesmente “assembleia”. A mesma palavra grega é usada no original, em Atos 19:32,39,41, também para descrever uma multidão de pagãos (N.T.: Do grego “ekklesia”, traduzida para o português, na Versão Almeida Corrigida, como “ajuntamento”). A Igreja de Deus é a assembleia de Deus. (N.T.: Não confundir as expressões “Igreja de Deus” e “assembleia de Deus”, encontradas na Bíblia, com algumas denominações que adotaram para si mesmas estes nomes. A igreja ou assembleia de Deus que é encontrada na Palavra inclui todos os salvos, e não apenas alguns membros de um sistema criado pelo homem. Charles Stanley, o autor deste livreto, viveu de 1821 a 1888, quando ainda não existiam as organizações que arvoram para si próprias os títulos de “Igreja de Deus” ou “Assembleia de Deus”). No seu aspecto local, a igreja ou assembleia de Deus trata-se de todas as pessoas salvas de determinado lugar, que se congregam como tais para adorar a Deus, tendo sido todos os seus pecados tirados para sempre (Hb 10.17). Nenhuma outra assembleia pode chamar-se uma igreja ou assembleia de Deus. Nem poderia ainda uma assembleia chamar-se assim verdadeiramente a igreja de Deus, quanto às suas práticas, a menos que tal assembleia reconhecesse verdadeiramente a Deus, o Espírito Santo, para os guiar e guardar em todas as coisas, como faziam as assembleias de Deus nos dias dos apóstolos.


Tomemos a seguinte ilustração: Suponhamos que o Reino da Inglaterra enviasse um comandante ao exército britânico na Índia, e que, durante algum tempo, todo aquele exército se submetesse ao seu comando. Então poderíamos considerá-lo apropriadamente como sendo o exército do Reino da Inglaterra. Mas se esse exército pusesse de lado aquele comandante e nomeasse outro; ou se esse exército se dividisse em partes separadas, e cada divisão nomeasse o seu próprio comandante, cada soldado continuaria sendo um soldado britânico, mas poderia o exército dividido chamar-se corretamente o exército do Reino? Tendo posto de lado a autoridade do comandante nomeado por sua majestade, não estaria cada divisão se colocado em um estado de insubordinação, e não seria uma falta de lealdade unir-se às fileiras de qualquer uma dessas divisões?


Agora, apliquemos isto à igreja ou assembleia de Deus. Por algum tempo a autoridade do Espírito Santo enviado do céu foi reconhecida, assim como o exército britânico reconheceu, por um certo tempo, a autoridade do comandante nomeado pelo Reino. Logo, porém, a autoridade soberana do Espírito Santo foi posta de lado e por esta razão nenhuma divisão da igreja professa pode chamar-se a verdadeira assembleia ou igreja de Deus, assim como nenhuma divisão do exército britânico, que deixasse de reconhecer o comandante nomeado por sua Majestade e estabelecesse seu próprio comandante, poderia chamar-se o verdadeiro exército do Reino.