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Mensagens do Amor de Deus - 08/03/2026

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Publicada originalmente pela Bible Truth Publishers

 ÍNDICE


"Tarzan" Deu Errado

 

Um grito cortou o ar quente quando um menino se balançou de uma árvore para outra. Durante todo o verão, as pessoas ouviam gritos vindos desse grupo de árvores, porque os meninos da vizinhança gostavam de brincar de uma brincadeira de pega-pega perigosa no alto dos galhos de um pequeno grupo de árvores. Eles chamavam a brincadeira de "Tarzan", e o objetivo era se balançar de galho em galho para evitar ser pego pelo pegador. Eles usavam uma pequena árvore ao lado como rota de fuga para o chão. Quando um menino pulava nela, a árvore se curvava bastante, quase até o chão, permitindo que ele escapasse. A brincadeira era uma maneira tão divertida de passar as longas tardes de verão que os meninos provavelmente não pensavam em quão perigosa ela poderia ser.

 

No final do verão, a pequena árvore de fuga estava permanentemente curvada, então os meninos a amarraram a uma árvore maior próxima. Com a corda no lugar, eles podiam continuar usando a pequena árvore como uma rota rápida para o chão.

 

Certa tarde, Daniel estava se esforçando ao máximo para não ser pego. Ele se balançava com facilidade de árvore em árvore, sempre um balanço à frente do menino que era o pegador, mas finalmente foi encurralado. Ao pular em direção à árvore de fuga, seu pé ficou preso na corda.

 

A corda esticou e afrouxou, lançando Daniel para fora da árvore, sem ter onde se segurar. A uma altura de cinco metros e meio, com o pé ainda preso na corda, Daniel não conseguiu amortecer a queda enquanto despencava em direção ao chão. Tudo ficou escuro.

 

No hospital, os médicos descobriram que Daniel tinha sete ossos quebrados na coluna, duas costelas deslocadas e um grave impacto na cabeça. Somente um milagre de Deus salvou a vida de Daniel e impediu de que ele ficar paralisado para o resto da sua vida. Quando a mãe de Daniel correu para o seu lado, ela só tinha uma pergunta para ele: “Você sabe por que está aqui?” Ela esperava que Daniel percebesse que Deus estava falando com ele.

 

Os pais de Daniel amavam o Senhor Jesus e confiavam n’Ele como seu Salvador. Eles lhe contaram muitas e muitas vezes como Jesus tinha vindo a este mundo para morrer pelos pecadores. Daniel sabia que era um pecador, que Deus odiava o pecado e que todo pecado precisava ser punido. Mas ele nunca havia se achegado ao Senhor Jesus, admitindo que era um pecador e crendo n’Ele como seu Salvador. Daniel não queria entregar sua vida ao Senhor; ele queria viver do seu jeito.

 

Daniel era um garoto de quatorze anos muito atlético, mas agora estava deitado de costas em uma cama de hospital. Ele não conseguia andar, não conseguia comer e nem mesmo escrever. Ele conseguia pensar, no entanto, e tinha muito tempo para isso. Ele poderia ter orado, mas se recusava a se voltar para Deus em meio à sua dor. Ele sabia que era um milagre estar vivo, mas ainda queria viver a vida do seu jeito.

 

Três meses depois, Daniel voltou para casa após passar dois meses deitado de costas e mais um mês reaprendendo a andar. Mesmo em casa, ele usava um colete ortopédico e sentia dores constantes. Ainda assim, ele não se voltou para o Salvador dos pecadores em busca de perdão e consolo. Mas Deus foi paciente com Daniel. “O Senhor é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se” (2 Pedro 3:9).

 

No verão seguinte, Daniel estava sentado em mais uma pregação do evangelho, tentando ao máximo não prestar atenção. Mas a história que o pregador contou tocou sua consciência. Era a história em Lucas, capítulo 18, de dois homens que foram ao templo para orar. O fariseu se considerava uma boa pessoa. Ele não se via como um pecador. Ele orou: “Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano”. Mas o publicano sabia que era um pecador e precisava de um Salvador. Ele orou: “Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!” (Lucas 18:11, 13). De repente, Daniel se viu naquela história. Ele sabia que precisava ser salvo de seus pecados. Ali mesmo, na sua cadeira, Daniel orou como o publicano havia orado e aceitou o Senhor Jesus como seu Salvador. Agora ele está muito feliz porque o Senhor o salvou duas vezes: salvou sua vida quando ele caiu da árvore e salvou sua alma da punição eterna por seus pecados.

 

“Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou” (Tito 3:5).

O Deus Vivo

 

Uma missionária foi questionada certa vez por uma mulher na Índia: "Se você não pode ver Deus, como pode orar a Ele?". Ela sempre havia orado a ídolos que podia ver, então não entendia o conceito de orar a um Deus desconhecido e invisível. Outros missionários haviam lhe falado do Deus verdadeiro que vive no céu, que via e ouvia tudo o que ela dizia e fazia, inclusive todos os seus pecados. Mesmo assim, disseram-lhe que Ele a amava e queria que ela confiasse n’Ele e que fosse salva.

 

Um dia, pouco tempo depois disso, ela estava sem dinheiro e sem nada para comer. Lembrando-se do que a missionária lhe havia dito, ela orou: “Se Tu és um Deus verdadeiro e vivo, ouve a minha oração e ajuda-me."

 

Naquela mesma noite, alguém para quem ela trabalhava lhe trouxe farinha, arroz e algum dinheiro. Ela chorou de alegria. Quando a pessoa lhe perguntou por que estava chorando, ela respondeu: "Uma mulher me disse que existe um Deus verdadeiro e que podemos obter a salvação por meio d’Ele, porque Seu Filho morreu pelos nossos pecados. Eu não acreditava n’Ele antes, mas orei a Ele pedindo ajuda e agora, com a sua presença e essas doações, creio que Ele é o único Deus verdadeiro que ouve e responde às orações."

 

Ela procurou alegremente a missionária para compartilhar a boa notícia: agora sabia que Deus ouvia e respondia às orações, pois Ele lhe enviara o alimento de que tanto precisava. Melhor ainda, ela havia aceitado Cristo para a salvação de sua alma.

 

Você crê no Senhor Jesus? Você O conhece como Aquele que responde às orações? Se não, invoque-O agora, pois Ele diz: “Clama a Mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes” (Jeremias 33:3).

As Maravilhas da Criação de Deus Não se Aproxime da Caravela-Portuguesa! 

 

“Vede também as naus que, sendo tão grandes, e levadas de impetuosos ventos, se viram... para onde quer a vontade daquele que as governa” Tiago 3:4

 


A caravela-portuguesa é um animal perigoso que vive no oceano e recebeu o nome em homenagem ao tipo de navio usado por Colombo. Elas não são águas-vivas, mas sim hidrozoários coloniais, compostos por quatro tipos de minúsculas criaturas individuais chamadas zooides, cada tipo com uma função específica: reproduzir, alimentar-se, urticar e formar a estrutura que as mantém flutuando. Elas não conseguem viver separadas, mas funcionam em conjunto como um todo. A parte mais visível dessa criatura, chamada pneumatóforo, geralmente flutua acima da água e tem uma bela cor rosa, azul ou violeta transparente. Sua beleza é enganosa. Escondidos debaixo d'água, seus tentáculos perigosos podem se estender por mais de 30 metros abaixo do corpo. Estes são cobertos por milhares de células que dão ferroadas. Seu veneno causa dor extrema e até a morte.

 

A boia inflável, cheia de gás, funciona como uma vela para captar o vento e é a única forma de locomoção dessa criatura. Ela flutua acima da superfície da água, mas, ao detectar perigo, esvazia rapidamente e a caravela-portuguesa afunda.

 

Essas criaturas sem cérebro vivem em colônias de 1.000 ou mais indivíduos. Ao se moverem com a brisa marítima, podem flutuar muito perto da costa e, frequentemente, acabam encalhadas aos milhares nas praias. Isso pode acontecer em praticamente qualquer litoral do mundo, à medida que os oceanos aquecem e o território da caravela-portuguesa se expande. Mesmo que uma caravela-portuguesa encalhada pareça estar morta, evite-a, pois seus tentáculos ainda podem causar queimaduras.

 

Poucos predadores incomodam a caravela-portuguesa, mas as tartarugas-cabeçudas são uma exceção. Elas podem nadar diretamente em direção aos tentáculos, arrancando pedaços ou devorando o animal inteiro.

 

Existe um pequeno peixe, conhecido popularmente como peixe-da-caravela, que vive entre os tentáculos da caravela-portuguesa. Ele encontra abrigo contra predadores ali, nadando para dentro e para fora dessa teia de veneno com tanta agilidade que evita ser picado. Peixes maiores, tentados a caçar a sua refeição, perseguem-no até os tentáculos, onde ficam presos; o peixe-da-caravela então compartilha a refeição com a caravela-portuguesa. Este é mais um exemplo de como o Criador frequentemente usa duas criaturas diferentes para se ajudarem mutuamente.

 

Nosso versículo de abertura fala de navios como aqueles que dão nome a essa estranha criatura. Navios também são levados pelos ventos, mas há uma diferença importante entre navios e essa caravela-portuguesa. Navios podem ser dirigidos por alguém que sabe para onde estão indo. Muitas pessoas simplesmente vagam pela vida como essas criaturas, não guiadas por um Deus sábio e amoroso, mas por qualquer coisa que lhes chame a atenção. Quem, ou o quê, dirige a sua vida?

 Você Sabia?

 

Mesmo que uma caravela-portuguesa encalhada pareça estar morta, evite-a, pois seus tentáculos ainda podem causar queimaduras.

 Versículo para Memorizar

 

“Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais os vossos corações”

Hebreus 3:15

 



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